Depois desse dia horrível eu venho aqui colocar dúvidas, alegrias, incertezas e pequenas coisas que nem vou escrever.
Estou me sentindo um pouco e razoavelmente nula, uma mancha no mundo, sem muito o que pensar ou dizer, sem lugar e sem propósito. Não sei o que faço da vida, especialmente agora que preciso começar a cuidar dela. Faço geléias, casa de gatos, jardinagem, arquitetura, mapeamento, vendas, cachorros ou o que?
Queria deixar um beijo a vocês que ainda passam de vez em quando: obrigada pela preocupação, em geral ainda passo em vocês, um beijo grande no nariz de cada um.
Estou com saudades de alguma coisa que não sei se já tive, um sentimento no peito que gatos, cachorros, tartarugas, arquitetura ou namorado não podem preencher.
E não sei o que é.
Vou fotologar.
:: Enviado por pombalita
- 01:26:42 ::
sexta-feira, 6 de maio de 2005
sábado, 26 de fevereiro de 2005
Mundo revolto
Engraçado como tudo volta. Acabo mesmo só escrevendo em momentos de aflição... poderia ter passado muitos e muitos posts falando de viagens, cinemas, meu namoro, meu lindo e ótimo Alex. Podia falar da viagem de dez dias para Floripa, do barco do Alex, do curso de fibra de vidro, do projeto de torradas e geléias e mousse de chocolate. Podia falar das tartarugas, dos girinos, de gatos e cavalos, podia falar de fotos e amigos, mas não falei.
Volto para falar de coisas triste, porque é o que preciso desabafar. É quando me sinto menos simples, menos vivendo, mais pensando e mergulhando nas coisas. É quando tenho coisas que me valem a pena falar para ser pouco ouvida e pouco respondida, e quando preciso pensar e dizer. Poderia ter mencionado minhas crises pequenas de auto-estima dos últimos dias, de meus motivos para fugir de competições e de jogos de blefe, mas não falei, eram coisas nas quais eu podia viver comigo mesma.
Mas ontem morreu o avô do Alex. Ontem morreu o avô da Gabi. Ontem morreu uma amiga da Nanala. Ontem choveu como eu nunca vi, o céu escureceu, o vento era absurdo, o dia virou noite, uma noite ululante, o som do vento nas folhas nunca foi tão feroz, e a chuva fustigava de todos os lados, as janelas, os cachorros, a cadeira de balanço que virou de ponta cabeça. Derrubou árvores e postes, desconcertou semáforos, muros e portôes, causou acidentes e alagamentos.
Eu não sei.
Mas tive medo da tempestade pela primeira vez. Tive medo que me levasse o telhado. Tive medos irracionais de coisas caindo e derrubando paredes. Tive medo de grandes desastres de discovery channel, um medo irracional da energia do mundo, essa energia que de repente ficou louca! O chão e as paredes tremiam, os lustres balançavam e a chuva entrou pela entrada de gatos da cozinha.
Ontem chorei de desespero pelo avô do alex, chorei de tristeza e abandono por esse menino que não parecia abalado, que eu queria ver, cuja mãe eu queria abraçar, ah, como eu gostaria de ter estado lá. Eu gostaria muito, mesmo sem saber o que eu falaria, mesmo sem conhecer ninguém daquela famí¬lia, eles possuem a coisa que no momento para mim é o que há de mais precioso. E eu chorei e liguei, quer que eu vá, não precisa, tudo bem, a gente ja estava esperando mesmo, e fiquei eu chorando sozinha, e fui ter com a mãe, e a mãe me abraçou e não me senti abraçada. E, e, e, e... cinco minutos e cai a chuva, chega a gabi, desce a escuridão, apaga as luzes, o avô dela tambem morreu, desliga o telefone, cai a arvore, é preciso lanterna para enxergar dentro de casa, as tartarugas vão dormir mais cedo, chuva chuva chuva chuva... Vento ooohouuuuuuu, as janelas tremendo, os vidros, Suyá, o jaboti, se esconde, as gatas miam, me seguindo, juntamo-nos todos no cômodo mais claro, o escritório, e o vento soprando, a chuva ventando, e clareia.
Hoje faz um dia bonito, mesmo que com pouco sol.
Ontem a chuva amainou e o marco foi para o metrô, e eu fui na cobasi e a marina voltou para casa e a nanala ligou pedindo que pegássemos a giulia porque ela tinha de ir a um velório. Pegamos giulia, marina e macdonald´s, comemos na varanda, à luz da descida da noite, para depois jogar o jogo da vida na iluminação de duas velas pequenas e eficientes, que acabaram por me queimar. O momento triste foi a volta da luz às dez horas, e a mensagem do Alex, To no velorio. Isso vai até as 11:00 da manha, hora do enterro. Depois talvez eu passe aí, ok?
Ok, boa sorte, te amo, deu meu abraço?, muito, beijo
Boa noite, dormi.
Sonhos horríveis e nem tanto, teve até o Felipe Dylon, se é que é assim o nome dele. Acordei terrível, queria ligar e fiquei com medo, medrosa que sou, odeio, mas sei lá. Tão fácil parecer tudo bem, olá, obrigada, bom dia, café da manhã.
Entendem? Aqui só vêm o difícil, o amargo ou apenas o indigesto.
Eu queria saber o que aconteceu com o mundo. Me pareceu um choque, um estrondo. Assustador. Cadê o Ita?
Beijos.
:: Enviado por pombalita
- 13:48:46 ::
Volto para falar de coisas triste, porque é o que preciso desabafar. É quando me sinto menos simples, menos vivendo, mais pensando e mergulhando nas coisas. É quando tenho coisas que me valem a pena falar para ser pouco ouvida e pouco respondida, e quando preciso pensar e dizer. Poderia ter mencionado minhas crises pequenas de auto-estima dos últimos dias, de meus motivos para fugir de competições e de jogos de blefe, mas não falei, eram coisas nas quais eu podia viver comigo mesma.
Mas ontem morreu o avô do Alex. Ontem morreu o avô da Gabi. Ontem morreu uma amiga da Nanala. Ontem choveu como eu nunca vi, o céu escureceu, o vento era absurdo, o dia virou noite, uma noite ululante, o som do vento nas folhas nunca foi tão feroz, e a chuva fustigava de todos os lados, as janelas, os cachorros, a cadeira de balanço que virou de ponta cabeça. Derrubou árvores e postes, desconcertou semáforos, muros e portôes, causou acidentes e alagamentos.
Eu não sei.
Mas tive medo da tempestade pela primeira vez. Tive medo que me levasse o telhado. Tive medos irracionais de coisas caindo e derrubando paredes. Tive medo de grandes desastres de discovery channel, um medo irracional da energia do mundo, essa energia que de repente ficou louca! O chão e as paredes tremiam, os lustres balançavam e a chuva entrou pela entrada de gatos da cozinha.
Ontem chorei de desespero pelo avô do alex, chorei de tristeza e abandono por esse menino que não parecia abalado, que eu queria ver, cuja mãe eu queria abraçar, ah, como eu gostaria de ter estado lá. Eu gostaria muito, mesmo sem saber o que eu falaria, mesmo sem conhecer ninguém daquela famí¬lia, eles possuem a coisa que no momento para mim é o que há de mais precioso. E eu chorei e liguei, quer que eu vá, não precisa, tudo bem, a gente ja estava esperando mesmo, e fiquei eu chorando sozinha, e fui ter com a mãe, e a mãe me abraçou e não me senti abraçada. E, e, e, e... cinco minutos e cai a chuva, chega a gabi, desce a escuridão, apaga as luzes, o avô dela tambem morreu, desliga o telefone, cai a arvore, é preciso lanterna para enxergar dentro de casa, as tartarugas vão dormir mais cedo, chuva chuva chuva chuva... Vento ooohouuuuuuu, as janelas tremendo, os vidros, Suyá, o jaboti, se esconde, as gatas miam, me seguindo, juntamo-nos todos no cômodo mais claro, o escritório, e o vento soprando, a chuva ventando, e clareia.
Hoje faz um dia bonito, mesmo que com pouco sol.
Ontem a chuva amainou e o marco foi para o metrô, e eu fui na cobasi e a marina voltou para casa e a nanala ligou pedindo que pegássemos a giulia porque ela tinha de ir a um velório. Pegamos giulia, marina e macdonald´s, comemos na varanda, à luz da descida da noite, para depois jogar o jogo da vida na iluminação de duas velas pequenas e eficientes, que acabaram por me queimar. O momento triste foi a volta da luz às dez horas, e a mensagem do Alex, To no velorio. Isso vai até as 11:00 da manha, hora do enterro. Depois talvez eu passe aí, ok?
Ok, boa sorte, te amo, deu meu abraço?, muito, beijo
Boa noite, dormi.
Sonhos horríveis e nem tanto, teve até o Felipe Dylon, se é que é assim o nome dele. Acordei terrível, queria ligar e fiquei com medo, medrosa que sou, odeio, mas sei lá. Tão fácil parecer tudo bem, olá, obrigada, bom dia, café da manhã.
Entendem? Aqui só vêm o difícil, o amargo ou apenas o indigesto.
Eu queria saber o que aconteceu com o mundo. Me pareceu um choque, um estrondo. Assustador. Cadê o Ita?
Beijos.
:: Enviado por pombalita
- 13:48:46 ::
quinta-feira, 30 de outubro de 2003
Brinco de ouro
Hm
Deixa eu falar o que eu estou pensando agora, depois o resto do dia.
Acabei de desligar o telefone... sabe, realmente, parece que eu não dou a mínima para ninguém. Parece demais, sei lá, eu queria tanto ter o poder de fazer as pessoas entenderem que eu ligo, apesar de não fazer tantas coisas, apesar de tantas mancadas! Mas é verdade, eu dou tantas mancadas! Não sei como a Mayra não desistiu de mim ainda, puxa, será que acontece o que comigo, que não seguro as pessoas? Ou será que eu realmente me acho tanto que só fico com as pessoas até elas se resolverem na vida e depois deixo-as seguir como quiserem, felizes? Foi sempre um pouco assim... veja a Ale, depois da fase crítica dela, eu me afastei... e ela teve que me pegar de volta... de um jeito que deu um pouco certo. Quer dizer, não é que eu deixe de amar, mas deixo de ser necessária. Que raio de megalomania absurda! Ou vai ver é insegurança mesmo (papel de coitadinha ligado, ne) e eu invento a desculpa para não depender de ninguém... para não correr o risco de depender de alguém que não dependa de mim. AFE! Vamos deixar isso descansar e ver.
Não sei porque, mas meus pais "me desaconselharam" a fazer as últimas coisas que tenho tido vontade de fazer... Viagem, filme, tal. Acho que eu podia ter fincado pé. Mas não faço isso, afinal, eles sempre deixaram tudo... 'As vezes talvez seja isso que meus amigos querem que eu faça por eles, lute um pouquinho. E eles merecem. Todos. Ah!
Não sei o que eu faço.
Como dizem, é a TPM.
Minha mãe é outra que está se sentindo negligenciada. E me perguntou se TPM é motivo para grosseria. Não é não. Desculpe, mãe. Desculpe, gente. Eu ainda não virei gente não.
Hoje eu estava de super bom humor, cheguei cedo depois da (PRIMEIRA) aula da auto-escola, ficamos jogando baralho, almoçamos, afe, enfim eu estava muito primavera! Poxa, foi tão bom pensar que mesmo depois de ONZE meses eu estava começando a dirigir, que eu poderia fazer trabalho na aula da tarde, e tudo azul! Hehe
Mas APESAR disso tudo, chegou no fim do dia e eu pirei, sei lá! Tudo bem, os meninos viraram e falaram: agora o jogo é outro, vira a carta e a gente bate na Talita (hehe, parece muito mais violento escrito, mas o jogo era tapão e era só zoeira). E BATERAM! Tudo bem, foi que nem cócegas, mas eu entrei em bersek, primeiro brincando, só para acabar com aquilo, mas sei lá, gostei de chutar as cadeiras! Acho que assustei um pouco, pelo menos o Pompílio, que veio pedir desculpas e tal... Desculpas peço eu, aí, ignorantando sem precisar! Tudo bem que alguma coisa do que eles fizeram não desceu bem... mas eu não precisava ter reagido (não sei até que ponto foi atuação e onde virou loucura) tanto! Ora, eu nunca tive belas TPMs!
hahaha O Alex até falou que era, mas, na parte de que ele falou, ainda era brincadeira. E eles realmente me encheram. >:)
PUF
Vou parar de ficar me justificando pro mundo e pra mim mesma. Ou não vou. Sei lá...
é isso: sei lá...
Porque a gente que é pombo sente medo, mas só voa quando o perigo chega perto...
Ah! Coloquei meu brinquinho de argolinha de novo, para ver se um ouro faz meus furos cicatrizarem direito...
Ufs
Boa noite! Beijo... tchau!
:: Enviado por pombalita - 23:00:25 ::
Deixa eu falar o que eu estou pensando agora, depois o resto do dia.
Acabei de desligar o telefone... sabe, realmente, parece que eu não dou a mínima para ninguém. Parece demais, sei lá, eu queria tanto ter o poder de fazer as pessoas entenderem que eu ligo, apesar de não fazer tantas coisas, apesar de tantas mancadas! Mas é verdade, eu dou tantas mancadas! Não sei como a Mayra não desistiu de mim ainda, puxa, será que acontece o que comigo, que não seguro as pessoas? Ou será que eu realmente me acho tanto que só fico com as pessoas até elas se resolverem na vida e depois deixo-as seguir como quiserem, felizes? Foi sempre um pouco assim... veja a Ale, depois da fase crítica dela, eu me afastei... e ela teve que me pegar de volta... de um jeito que deu um pouco certo. Quer dizer, não é que eu deixe de amar, mas deixo de ser necessária. Que raio de megalomania absurda! Ou vai ver é insegurança mesmo (papel de coitadinha ligado, ne) e eu invento a desculpa para não depender de ninguém... para não correr o risco de depender de alguém que não dependa de mim. AFE! Vamos deixar isso descansar e ver.
Não sei porque, mas meus pais "me desaconselharam" a fazer as últimas coisas que tenho tido vontade de fazer... Viagem, filme, tal. Acho que eu podia ter fincado pé. Mas não faço isso, afinal, eles sempre deixaram tudo... 'As vezes talvez seja isso que meus amigos querem que eu faça por eles, lute um pouquinho. E eles merecem. Todos. Ah!
Não sei o que eu faço.
Como dizem, é a TPM.
Minha mãe é outra que está se sentindo negligenciada. E me perguntou se TPM é motivo para grosseria. Não é não. Desculpe, mãe. Desculpe, gente. Eu ainda não virei gente não.
Hoje eu estava de super bom humor, cheguei cedo depois da (PRIMEIRA) aula da auto-escola, ficamos jogando baralho, almoçamos, afe, enfim eu estava muito primavera! Poxa, foi tão bom pensar que mesmo depois de ONZE meses eu estava começando a dirigir, que eu poderia fazer trabalho na aula da tarde, e tudo azul! Hehe
Mas APESAR disso tudo, chegou no fim do dia e eu pirei, sei lá! Tudo bem, os meninos viraram e falaram: agora o jogo é outro, vira a carta e a gente bate na Talita (hehe, parece muito mais violento escrito, mas o jogo era tapão e era só zoeira). E BATERAM! Tudo bem, foi que nem cócegas, mas eu entrei em bersek, primeiro brincando, só para acabar com aquilo, mas sei lá, gostei de chutar as cadeiras! Acho que assustei um pouco, pelo menos o Pompílio, que veio pedir desculpas e tal... Desculpas peço eu, aí, ignorantando sem precisar! Tudo bem que alguma coisa do que eles fizeram não desceu bem... mas eu não precisava ter reagido (não sei até que ponto foi atuação e onde virou loucura) tanto! Ora, eu nunca tive belas TPMs!
hahaha O Alex até falou que era, mas, na parte de que ele falou, ainda era brincadeira. E eles realmente me encheram. >:)
PUF
Vou parar de ficar me justificando pro mundo e pra mim mesma. Ou não vou. Sei lá...
é isso: sei lá...
Porque a gente que é pombo sente medo, mas só voa quando o perigo chega perto...
Ah! Coloquei meu brinquinho de argolinha de novo, para ver se um ouro faz meus furos cicatrizarem direito...
Ufs
Boa noite! Beijo... tchau!
:: Enviado por pombalita - 23:00:25 ::
quarta-feira, 29 de outubro de 2003
Igor Bandeira
"Depois que a chuva abriu no estio resolvi observar com mais atenção o roseiral de meu jardim. O aroma delicado das rosas corria pela rua, ultrapassando os muros e seduzindo os incautos pedestres. Sob a forte luz amarela do sol, minhas rosas pareciam querer ser vistas, abrindo seus botões com o gracejo que lhes era particular. Junto delas, em seus caules, os espinhos. Alguns grandes, outros pequenos, ali, estavam, plácidos e integrados. Por que as rosas mais bonitas sempre vinham com os maiores espinhos? Talvez esta tenha sido a forma que encontraram de protegerem sua beleza. A forma que encontraram de não serem arrancadas por qualquer um que passasse e quisesse as enfiar num frio vaso com água. A forma que encontraram de fazerem parte da minha vida, com sua doçura, sua luz e seu encanto. Acho que, definitivamente, não sei viver sem as rosas. E você, sabe?"- li em Igor Bandeira
Ele não sabe viver sem as rosas... eu de mim me desfiz nessa chuva...
:: Enviado por pombalita - 18:47:26 ::
Ele não sabe viver sem as rosas... eu de mim me desfiz nessa chuva...
:: Enviado por pombalita - 18:47:26 ::
terça-feira, 28 de outubro de 2003
Borocoxô
Afe... ontem passei a tarde meio borocoxô, com aquela dorzinha de cabeça insistente no fundo... E acabei não indo na casa do Vlad ver filme com ele, a Mayra... uma turma assim. :)
Faz tempo que não faço nada com eles, essa turminha que foi na verdade a minha primeira... eu gosto deles muito, mas não sei, talvez porque tenha tido aquele tempo de quarteto perfeito, ou porque falta aquela coisa criança de jogar frisbe ou brincar de pega pega no estídio que eu tenho tanto... sei lá, eu me identifiquei muito com a turma que eu mais ando agora... e o bom é que o jílio também.
Fazer o que. Dias feios têm sido esses dois. Me pergunto o que o pessoal da praia está fazendo. E os outros também.
Hoje acho que vou ver o Strambi tocar... quem sabe não acho o Arthur por lá, aquele que eu achei tão fofo! Gente, como gostei daquele moleque numa primeira vez! A Polá vem comigo. Talvez o Boca também.
Ah, aliás, eu fui ver os Normais no domingo! De carona com a Paulinha, ela tá dirigindo super direitinho! Legal o filme, é um romancezinho inserido numa realidade (escrachada como ela é para alguns), bem à Os Normais mesmo.
Afe
Preguiça grande da vida... Beijão!
:: Enviado por pombalita - 15:25:05 ::
Faz tempo que não faço nada com eles, essa turminha que foi na verdade a minha primeira... eu gosto deles muito, mas não sei, talvez porque tenha tido aquele tempo de quarteto perfeito, ou porque falta aquela coisa criança de jogar frisbe ou brincar de pega pega no estídio que eu tenho tanto... sei lá, eu me identifiquei muito com a turma que eu mais ando agora... e o bom é que o jílio também.
Fazer o que. Dias feios têm sido esses dois. Me pergunto o que o pessoal da praia está fazendo. E os outros também.
Hoje acho que vou ver o Strambi tocar... quem sabe não acho o Arthur por lá, aquele que eu achei tão fofo! Gente, como gostei daquele moleque numa primeira vez! A Polá vem comigo. Talvez o Boca também.
Ah, aliás, eu fui ver os Normais no domingo! De carona com a Paulinha, ela tá dirigindo super direitinho! Legal o filme, é um romancezinho inserido numa realidade (escrachada como ela é para alguns), bem à Os Normais mesmo.
Afe
Preguiça grande da vida... Beijão!
:: Enviado por pombalita - 15:25:05 ::
segunda-feira, 27 de outubro de 2003
HTML
Opa!
Como se vê, andei brincando de HTML...
É divertido, até. Pena que sei tão pouco!
Ainda falta muita coisa ^^
Será que ponho TAG board ou livro de visitas?
Preciso arranjar uma página para por imagens... Ou lembrar a senha da minha!
Vixe, só nessa brincadeira eu fui a maior parte das visitas ao meu site. :)
:: Enviado por pombalita - 13:21:46 ::
0 comentários.
Como se vê, andei brincando de HTML...
É divertido, até. Pena que sei tão pouco!
Ainda falta muita coisa ^^
Será que ponho TAG board ou livro de visitas?
Preciso arranjar uma página para por imagens... Ou lembrar a senha da minha!
Vixe, só nessa brincadeira eu fui a maior parte das visitas ao meu site. :)
:: Enviado por pombalita - 13:21:46 ::
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