Fazia tempo que o Natal Cenamo não era tão gostoso!
De novo eu aprendi que comunicar é a melhor saída para qualquer problema. Ô, liçãozinha que eu sempre esqueço!
Eu estava incomodada que, desde que a Vó morreu, o Natal Cenamo tinha virado uma ceia curta, que acabava cedo, com um amigo secreto miado ou inexistente, porque todo mundo acabava indo para as suas outras famílias passar o resto da noite (sendo que muitos iam também no almoço do dia 25). A nossa família, que sempre tinha sido um Natal que eu adorava, com brincadeiras, jogos, coral, muita companhia, enfim, tinha ficado pra trás. Meus primos não vinham mais, meus tios iam embora cedo, e a gente encerrava tudo rápido para ir pro Natal Salles (que eu também adoro, mas detesto a coisa corrida).
Ontem, por acaso, à tarde, eu comentei exatamente isso com a minha mãe (escondendo uns olhos que chegaram a lacrimejar), que comentou com minha tia, que comentou com suas filhas, que tinham a mesma opinião que eu, e que queriam que o nosso Natal fosse bom de novo. E foi.
Não que não tenha tido conflitos, que essa família de italianos é um drama só, pior que desperate housewifes ou brothers and sisters, toda vez que a gente se encontra tem conflito. :) Mas tudo bem. Porque tem amor também.
Brinquei de conde-conde com a Alice e o Bruno, bebi cerveja com os tios, o Renato cuidou da trilha sonora (tanto no iphone quanto no violão ao vivo), brincamos de amigo secreto e foi engraçado, o ennzo participou, a tamy jogou wii com ele e o Marco, a Nanala foi energética como sempre, foi ótimo!
Isso sem contar a comida... hm, água na boca! O chester do Odilon... por mais que ele tenha esquecido os miúdos dentro (nunca tinha feito um chester antes), estava muito gostoso, derretia na boca, quase não dava para cortar. Excelente. A farofa e os arroz... Puxa, como eu gosto dessa comida natalina.
E as cerejas? Elas sim são meu presente de aniversário!
Obrigada, mundo. :)
sábado, 25 de dezembro de 2010
Natal Salles
Esta aqui é a graça que eu adoro, que eu guardo do natal Salles na casa da Téte. A gente chega lá à 1h da manhã e o pessoal está animado, tocando e cantando um monte de mpb, antigas e novas, algumas compostas por eles mesmos, outras clássicas, outras desconhecidas. A gente canta, ri, se diverte, come a sobremesa, bebe vinho e compartilha carinho, com uma família que eu só vejo uma vez por ano.
Uma favorita é uma marcha de carnaval de 1984, quando um grupo de pessoas da Vila Madalena (meus tios entre eles) invadiu o desfile oficial (que passava pela Vila) cantando esta marchinha:
Em mil novecentos e oitenta e quatro
um glorioso arqueólogo
descobriu entre a fidalga e a wizard
uma catacumba milenar.
Chamaram tod'os neguinhos
e começaram a cavocar.
Tiraram a tampa da tumba
e do fundo do poço
ouviram um grito de arrepiar:
Que porra é essa?
Exclamou o faraó
Ôo Ôo
Tira a mão das ataduras,
me devolve a dentadura,
senão eu viro pó!
Em mil novecentos e oitenta e quatro
um glorioso arqueólogo
descobriu entre a fidalga e a wizard
uma catacumba milenar.
Chamaram tod'os neguinhos
e começaram a cavocar.
Tiraram a tampa da tumba
e do fundo do poço
ouviram um grito de arrepiar:
Que porra é essa?
Exclamou o faraó
Ôo Ôo
Tira a mão das ataduras,
me devolve a dentadura,
senão eu viro pó!
Na tal da vila todo mundo bebe,
na tal da vila todo mundo fuma,
na tal da vila todo mundo come,
e à meia noite nós viramos lobisomem
Em mil novecentos...!
A parte legal da história é que justamente no momento em que o apresentador começou a pedir pra escola clandestina se retirar do desfile, entrou o refrão da música com o "Que porra é essa?!"
Uma favorita é uma marcha de carnaval de 1984, quando um grupo de pessoas da Vila Madalena (meus tios entre eles) invadiu o desfile oficial (que passava pela Vila) cantando esta marchinha:
Em mil novecentos e oitenta e quatro
um glorioso arqueólogo
descobriu entre a fidalga e a wizard
uma catacumba milenar.
Chamaram tod'os neguinhos
e começaram a cavocar.
Tiraram a tampa da tumba
e do fundo do poço
ouviram um grito de arrepiar:
Que porra é essa?
Exclamou o faraó
Ôo Ôo
Tira a mão das ataduras,
me devolve a dentadura,
senão eu viro pó!
Em mil novecentos e oitenta e quatro
um glorioso arqueólogo
descobriu entre a fidalga e a wizard
uma catacumba milenar.
Chamaram tod'os neguinhos
e começaram a cavocar.
Tiraram a tampa da tumba
e do fundo do poço
ouviram um grito de arrepiar:
Que porra é essa?
Exclamou o faraó
Ôo Ôo
Tira a mão das ataduras,
me devolve a dentadura,
senão eu viro pó!
Na tal da vila todo mundo bebe,
na tal da vila todo mundo fuma,
na tal da vila todo mundo come,
e à meia noite nós viramos lobisomem
Em mil novecentos...!
A parte legal da história é que justamente no momento em que o apresentador começou a pedir pra escola clandestina se retirar do desfile, entrou o refrão da música com o "Que porra é essa?!"
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Gente, vi o Paul McCartney ao vivo...
Gente, eu vi o Paul McCartney ao vivo e não estou acreditando. Agora vou poder contar pros meus netinhos que eu vi um Beatle ao vivo. Vi ele sorrir, dar pulinhos, dançar, brincar com a platéia de 64 mil pessoas e cantar um monte de músicas que eu amo. Vi vários dos seus jeitinhos, que não mudaram desde os anos 60, quando os Beatles ainda existiam.
Aliás, a maior parte dessa platéia de 64 mil pessoas não era nascida quando os Beatles se separaram (inclusive eu). Incrível, né?
Hoje tive alguns outros primeiros:
Primeira vez no estádio do Morumbi.
Primeira vez vendo uma multidão colossal de cima (posso dizer que foi a vez em que vi mais pessoas na minha vida).
Primeira vez em que vi uma Ola colossal em arquibancada de estádio.
Primeira vez em que participei de uma Ola tão grande.
Primeira vez num show grande.
Primeira vez em que eu entendi o que é um ídolo.
Gente, eu vi o Paul ao vivo. Ou, mais importante, ouvi.
O Paul é provavelmente o cara mais simpático, fofo e talentoso vivo.
Gente, eu vi e ouvi um Beatle ao vivo.
Cantei com ele. Ri das piadas dele. Fiz graça para ele, junto com a multidão, fiz os barulhos estranhos que ele mandou. Ele tocou Eleanor Rigby.
Ele fala português bem, com os erres paulistanos bem redondinhos.
Ele é o Sir Paul McCartney.
Gente, eu vi o Paul tocar ao vivo. :)
Aliás, a maior parte dessa platéia de 64 mil pessoas não era nascida quando os Beatles se separaram (inclusive eu). Incrível, né?
Hoje tive alguns outros primeiros:
Primeira vez no estádio do Morumbi.
Primeira vez vendo uma multidão colossal de cima (posso dizer que foi a vez em que vi mais pessoas na minha vida).
Primeira vez em que vi uma Ola colossal em arquibancada de estádio.
Primeira vez em que participei de uma Ola tão grande.
Primeira vez num show grande.
Primeira vez em que eu entendi o que é um ídolo.
Gente, eu vi o Paul ao vivo. Ou, mais importante, ouvi.
O Paul é provavelmente o cara mais simpático, fofo e talentoso vivo.
Gente, eu vi e ouvi um Beatle ao vivo.
Cantei com ele. Ri das piadas dele. Fiz graça para ele, junto com a multidão, fiz os barulhos estranhos que ele mandou. Ele tocou Eleanor Rigby.
Ele fala português bem, com os erres paulistanos bem redondinhos.
Ele é o Sir Paul McCartney.
Gente, eu vi o Paul tocar ao vivo. :)
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Padrão de beleza
Eu nunca parei para pensar em algum motivo específico de eu achar mulheres morenas tão mais bonitas que as loiras (em geral). Sempre defendi o seguinte argumento: o cabelo loiro suaviza as feições, então mesmo as loiras não tão bonitas acabam parecendo mais bonitas. No entanto, justamente porque o cabelo moreno destaca os traços, uma morena bonita será sempre mais bonita que uma loira bonita.
Mas o que acontece é que eu realmente prefiro as morenas, independente de quaisquer teorias, e hoje eu estava pensando no porquê disso.
Comecei com minhas heroínas infantis e infanto-juvenis: Jeniffer Connelly em Labirinto, a Laura Ingalls, a Megera Domada, a Jasmin, Pocahontas, Mulan, Zetta-Jones em Zorro, até mesmo a Natasha em Vamp... minha mãe, minha prima Puca. A Marion de Robin Hood, a Morgana do Rei Arthur, Arwen. Jo das Mulherzinhas, Fleur dos Forsythe. Matilda.
Já as loiras: Bela Adormecida, Cinderela, Mary do jardim secreto, Mary da Laura Ingalls, Gwynevere, Cachinhos Dourados, Rapunzel. Talvez precise de ajuda para lembrar de mais.
A Princesinha se salva bem. Era loiríssima e eu a admirava, assim como à Polianna. A pequena sereia Ariel é um caso dúbio, por ser ruiva... Mas dá para notar a diferença? Para mim, as loiras estavam sempre precisando ser resgatadas, eram frágeis, enquanto as morenas não se intimidavam e muitas vezes participavam ativamente da história.
Também me lembro que durante um longo tempo, eu era a loira do meu meio. Porque a Puca era a minha companheira de aventuras, e era morena, e forte, tomava as decisões, e eu a idolatrava. A Marina, mais loira que eu, era a que devia ser protegida. Sabe o que é engraçado? Tanto eu como a Má gostávamos de ser as meninas fortes, e a Puca gostava de ser a princesa, gostava de ser feminina. Eu queria ter cabelo preto e cacheado, queria vestir macacão e ajudar a montar telhado ou cortar cana. A Marina queria se livrar dos vestidinhos e saltar de pedra em pedra, como Mowgli (outro moreno). Ainda bem que a Renée Zelwegger e a Scarlett Johansson apareceram para me ajudar a amar as loiras fortes também!
Claro que hoje em dia consigo olhar para as pessoas e tentar ver através das suas aparências, mas que o preconceito está em algum lugar do meu subconsciente, está. Fica interferindo na primeira impressão. Interfere na minha compreensão de uma personagem fictícia.
Pelo menos hoje em dia me sinto feliz de cabelos castanhos. A maior parte do tempo!
Mas o que acontece é que eu realmente prefiro as morenas, independente de quaisquer teorias, e hoje eu estava pensando no porquê disso.
Comecei com minhas heroínas infantis e infanto-juvenis: Jeniffer Connelly em Labirinto, a Laura Ingalls, a Megera Domada, a Jasmin, Pocahontas, Mulan, Zetta-Jones em Zorro, até mesmo a Natasha em Vamp... minha mãe, minha prima Puca. A Marion de Robin Hood, a Morgana do Rei Arthur, Arwen. Jo das Mulherzinhas, Fleur dos Forsythe. Matilda.
Já as loiras: Bela Adormecida, Cinderela, Mary do jardim secreto, Mary da Laura Ingalls, Gwynevere, Cachinhos Dourados, Rapunzel. Talvez precise de ajuda para lembrar de mais.
A Princesinha se salva bem. Era loiríssima e eu a admirava, assim como à Polianna. A pequena sereia Ariel é um caso dúbio, por ser ruiva... Mas dá para notar a diferença? Para mim, as loiras estavam sempre precisando ser resgatadas, eram frágeis, enquanto as morenas não se intimidavam e muitas vezes participavam ativamente da história.
Também me lembro que durante um longo tempo, eu era a loira do meu meio. Porque a Puca era a minha companheira de aventuras, e era morena, e forte, tomava as decisões, e eu a idolatrava. A Marina, mais loira que eu, era a que devia ser protegida. Sabe o que é engraçado? Tanto eu como a Má gostávamos de ser as meninas fortes, e a Puca gostava de ser a princesa, gostava de ser feminina. Eu queria ter cabelo preto e cacheado, queria vestir macacão e ajudar a montar telhado ou cortar cana. A Marina queria se livrar dos vestidinhos e saltar de pedra em pedra, como Mowgli (outro moreno). Ainda bem que a Renée Zelwegger e a Scarlett Johansson apareceram para me ajudar a amar as loiras fortes também!
Claro que hoje em dia consigo olhar para as pessoas e tentar ver através das suas aparências, mas que o preconceito está em algum lugar do meu subconsciente, está. Fica interferindo na primeira impressão. Interfere na minha compreensão de uma personagem fictícia.
Pelo menos hoje em dia me sinto feliz de cabelos castanhos. A maior parte do tempo!
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Natureza x Inteligência
Na verdade, esse foi o motivo pelo qual eu sequer cliquei no botão "publicar nova postagem" hoje. O eco4planet é minha página inicial faz um tempo, e sempre tem artigos interessantes no seu blog.
Hoje, descobri (mas já desconfiava) que os peixes são afetados pela poluição sonora nos oceanos, o que me deixou infeliz, tentando imaginar uma forma de contrabalançar esse efeito, tentando imaginar formas de reduzir o impacto da ocupação humana, e ao mesmo tempo tentando imaginar qual seria a alternativa aos sonares que usamos em barcos hoje. Essa infelicidade durou pouco, porque também li que a Nokia está lançando um carregador de celular que funciona em bicicletas (pedalando acima de 6km/h). Pode parecer um nada, mas achei lindo. Mas o que me fez mais feliz ainda, foi esta matéria aqui:
Bactéria presente no solo pode melhorar o aprendizado e reduzir a ansiedade
Sabe o que diz? Ratinhos que ingerem essa bactéria conseguem resolver problemas com muito mais facilidade que ratinhos que não ingeriram. E outra coisa, há efeitos a longo prazo, mas são reduzidos. Para manter o "coeficiente de inteligência" alto, é preciso se expor freqüentemente à bactéria. O que ela faz não ficou muito claro, além de que "pode estimular o crescimento de alguns neurônios e melhorar a capacidade de aprendizado" e "que ratos que receberam os microorganismos mortos aumentaram seus níveis de serotonina e diminuiu a ansiedade".
Ou seja: crianças que brincam na terra, na lama, no mato, que inalam essas bactérias com freqüência... têm um estímulo de aprendizado. E melhor ainda... aparentemente, os adultos também. Ou seja, vamos viajar pro mato! Vamos criar nossos filhos no mato! Consegui a desculpa perfeita!
Hoje, descobri (mas já desconfiava) que os peixes são afetados pela poluição sonora nos oceanos, o que me deixou infeliz, tentando imaginar uma forma de contrabalançar esse efeito, tentando imaginar formas de reduzir o impacto da ocupação humana, e ao mesmo tempo tentando imaginar qual seria a alternativa aos sonares que usamos em barcos hoje. Essa infelicidade durou pouco, porque também li que a Nokia está lançando um carregador de celular que funciona em bicicletas (pedalando acima de 6km/h). Pode parecer um nada, mas achei lindo. Mas o que me fez mais feliz ainda, foi esta matéria aqui:
Bactéria presente no solo pode melhorar o aprendizado e reduzir a ansiedade
Sabe o que diz? Ratinhos que ingerem essa bactéria conseguem resolver problemas com muito mais facilidade que ratinhos que não ingeriram. E outra coisa, há efeitos a longo prazo, mas são reduzidos. Para manter o "coeficiente de inteligência" alto, é preciso se expor freqüentemente à bactéria. O que ela faz não ficou muito claro, além de que "pode estimular o crescimento de alguns neurônios e melhorar a capacidade de aprendizado" e "que ratos que receberam os microorganismos mortos aumentaram seus níveis de serotonina e diminuiu a ansiedade".
Ou seja: crianças que brincam na terra, na lama, no mato, que inalam essas bactérias com freqüência... têm um estímulo de aprendizado. E melhor ainda... aparentemente, os adultos também. Ou seja, vamos viajar pro mato! Vamos criar nossos filhos no mato! Consegui a desculpa perfeita!
Feriado
um pequeno resumo dessa semana, que foi boa:
na terça, assisti Alice, e gostei muito.
na quarta, cheguei em casa e jantei sozinha com a mamis, abrimos um vinho e ela falou que queria ir no cinco a seco comigo e com as meninas. escrevi uns 3 minicontos.
na quinta, foi o dia mais chato em muito tempo, eu não queria fazer nada na internet, fiquei bodeada o dia inteiro, até que descobri uma flashmob pra ir às 17h, e ao mesmo tempo os meninos ligaram para perguntar qual era o programa do dia. fomos no bowl in jaguaré, que é boliche, fliperama, jogos diversos (pebolim, sinuca), videokê, lanchonete. fomos Marcos, Fê, Caio, Alex e eu. foi bem divertido, jogamos duas partidas de boliche, dançamos no DDR (lógico que fui mal, simplesmente não tenho essa coordenação toda), tomamos um chopp, depois fomos pro videoke. cantamos algumas músicas, e o caio até conseguiu me fazer dançar, não pareceu tão impossível quanto da última vez que tentei. terminamos a noite no Finnegans, com a Polá, Sara e Diego.
na sexta, acordei tarde, meu avô veio almoçar em casa, fiquei na sala com ele, assistindo tv com meu note no colo, conversamos um pouco, mas ele logo dormiu. minha mãe saiu para levar meu vô na farmácia e pra casa, e quando ela me disse que a marina não atendia o telefone, fiquei preocupada e me lembrei que não falava com a má desde as 16h do dia anterior (e ela estava com um carro). mandei uma mensagem pedindo notícias, e liguei pro Diogo (ela deveria ter ido assistir filme com ele à noite), mas ele não sabia onde ela estava, nem com quem. depois de um momento de desespero da minha parte (no qual pensei em hospitais, delegacias, sequestradores, e me forcei a ficar calma), ligamos pro Poro, que deu o telefone do Shalom e mais os nomes de alguns amigos que poderiam saber onde ela estava. Felizmente, ela estava com o Shalom, vindo pra casa, e pediu desculpas por não dar notícias. eu só fiquei feliz por ela estar bem, e me lembrei de que más notícias chegam rápido. a vivi chegou cedo, ficamos assistindo friends e esperando a janta. a má chegou, fez as malas pra viajar, saiu, a mamis chegou, jantamos e fomos pro cinco a seco mais cedo que o normal (afinal, estava chovendo e ia lotar o saguão de espera do show). esperamos tomando um vinho, vimos os pedros e o dani chegarem, conversamos, foi bom. sentamos novamente na primeira fila, e o show foi lindo, mesmo o pequeno defeito que deu na "deixe estar". depois, vinho e papo na casa da mamis, voltamos, a vivi dormiu aqui.
sábado foi tranquilo, acordei tarde, assisti "o jardim secreto", fizemos fondue no winesday, acabou vindo bastante gente, muito gostoso. acabei ficando um pouco enjoada do vinho, mas não teve problema. o pessoal foi embora lá pelas 2h30.
domingo foi sussa, filmes, gatos... ah, é, na quinta eu também fui à cobasi, e lá, curiosamente, tinha um porsche conversível no estacionamento. completamente anacrônico (ou o similar para fora de lugar). fiquei imaginando que tipo de animal o dono desse porsche teria, e no final rasguei um pedaço do meu cupom fiscal (para não dar meu CPF junto), escrevi um recadinho bem humorado e deixei no vidro do carro. sem telefone nem nada, não me entendam mal. só pensei que merecia uma pequena piada, e talvez a pessoa sorrisse ao ler. enfim. domingo à noite fomos ao cinema no bourbon, assistir "sex and the city" e comer no outback. o filme tinha potencial, mas aparentemente algum sheik fez um patrocínio que levou as personagens para o oriente médio, nas roupas mais ridículas que eu já vi, com a história mais fraca possível. ainda bem que as batatas, cebola e costelas do outback compensaram tudo.
No final, fiz menos trabalho de francês do que deveria ter feito, e agora tenho que terminar. Acho que hoje foi um post bem "diário de menina", né? Mas às vezes é bom anotar para lembrar alguns dias assim.
na terça, assisti Alice, e gostei muito.
na quarta, cheguei em casa e jantei sozinha com a mamis, abrimos um vinho e ela falou que queria ir no cinco a seco comigo e com as meninas. escrevi uns 3 minicontos.
na quinta, foi o dia mais chato em muito tempo, eu não queria fazer nada na internet, fiquei bodeada o dia inteiro, até que descobri uma flashmob pra ir às 17h, e ao mesmo tempo os meninos ligaram para perguntar qual era o programa do dia. fomos no bowl in jaguaré, que é boliche, fliperama, jogos diversos (pebolim, sinuca), videokê, lanchonete. fomos Marcos, Fê, Caio, Alex e eu. foi bem divertido, jogamos duas partidas de boliche, dançamos no DDR (lógico que fui mal, simplesmente não tenho essa coordenação toda), tomamos um chopp, depois fomos pro videoke. cantamos algumas músicas, e o caio até conseguiu me fazer dançar, não pareceu tão impossível quanto da última vez que tentei. terminamos a noite no Finnegans, com a Polá, Sara e Diego.
na sexta, acordei tarde, meu avô veio almoçar em casa, fiquei na sala com ele, assistindo tv com meu note no colo, conversamos um pouco, mas ele logo dormiu. minha mãe saiu para levar meu vô na farmácia e pra casa, e quando ela me disse que a marina não atendia o telefone, fiquei preocupada e me lembrei que não falava com a má desde as 16h do dia anterior (e ela estava com um carro). mandei uma mensagem pedindo notícias, e liguei pro Diogo (ela deveria ter ido assistir filme com ele à noite), mas ele não sabia onde ela estava, nem com quem. depois de um momento de desespero da minha parte (no qual pensei em hospitais, delegacias, sequestradores, e me forcei a ficar calma), ligamos pro Poro, que deu o telefone do Shalom e mais os nomes de alguns amigos que poderiam saber onde ela estava. Felizmente, ela estava com o Shalom, vindo pra casa, e pediu desculpas por não dar notícias. eu só fiquei feliz por ela estar bem, e me lembrei de que más notícias chegam rápido. a vivi chegou cedo, ficamos assistindo friends e esperando a janta. a má chegou, fez as malas pra viajar, saiu, a mamis chegou, jantamos e fomos pro cinco a seco mais cedo que o normal (afinal, estava chovendo e ia lotar o saguão de espera do show). esperamos tomando um vinho, vimos os pedros e o dani chegarem, conversamos, foi bom. sentamos novamente na primeira fila, e o show foi lindo, mesmo o pequeno defeito que deu na "deixe estar". depois, vinho e papo na casa da mamis, voltamos, a vivi dormiu aqui.
sábado foi tranquilo, acordei tarde, assisti "o jardim secreto", fizemos fondue no winesday, acabou vindo bastante gente, muito gostoso. acabei ficando um pouco enjoada do vinho, mas não teve problema. o pessoal foi embora lá pelas 2h30.
domingo foi sussa, filmes, gatos... ah, é, na quinta eu também fui à cobasi, e lá, curiosamente, tinha um porsche conversível no estacionamento. completamente anacrônico (ou o similar para fora de lugar). fiquei imaginando que tipo de animal o dono desse porsche teria, e no final rasguei um pedaço do meu cupom fiscal (para não dar meu CPF junto), escrevi um recadinho bem humorado e deixei no vidro do carro. sem telefone nem nada, não me entendam mal. só pensei que merecia uma pequena piada, e talvez a pessoa sorrisse ao ler. enfim. domingo à noite fomos ao cinema no bourbon, assistir "sex and the city" e comer no outback. o filme tinha potencial, mas aparentemente algum sheik fez um patrocínio que levou as personagens para o oriente médio, nas roupas mais ridículas que eu já vi, com a história mais fraca possível. ainda bem que as batatas, cebola e costelas do outback compensaram tudo.
No final, fiz menos trabalho de francês do que deveria ter feito, e agora tenho que terminar. Acho que hoje foi um post bem "diário de menina", né? Mas às vezes é bom anotar para lembrar alguns dias assim.
domingo, 23 de maio de 2010
Petites Planètes
Um tempo atrás, eu achei por acaso uma foto linda, e descobri o mundo dos small worlds, petites planètes, ou projeção estereográfica.
Basicamente, você tira uma fotografia panorâmica 360 graus, do nadir ao zênite, e depois rotaciona em torno do nadir, deformando conforme a parte superior se estica para fazer a rotação. Fica uma coisa linda, como esta:

(tirada desta galeria)
Os pequenos planetas lembram algo do pequeno príncipe, e eu não consigo evitar a sensação de magia que emana deles. Tem uns tão lindos, outros misteriosos, outros que mostram uma vida de cidade grande, outros despovoados... Porcurem no google! Vou colocar aqui alguns links de planetas que eu gostei, dos que encontrei hoje, mas ainda não achei de novo o planeta que até agora foi o meu preferido, o mais caricato.
Este aqui é uma linda catedral à noite... e este é uma pitoresca vila de pescadores. Explorem o álbum para mais alguns que são lindos, e principalmente urbanos, como este em Veneza.
Gosto particularmente do aspecto de conto solitário deste, da árvore e casinha deste, o aspecto de eclipse que temos neste... Este é uma vilinha medieval, este tem um campo bonito, e este é pouco maior que a raiz das árvores que sustenta. Também gosto deste jardim (by beeloba), mas se eu for colocar todos os que eu gostei, não vou acabar nunca.
Também há os que começam a fazer coisas diferentes, como esta, e há os que rotacionam em torno do zênite, fazendo túneis assim.
Aqui tem um video de uma divulgação de um evento, que usa alguns planetinhas.
É isso, só queria compartilhar com vocês.
Basicamente, você tira uma fotografia panorâmica 360 graus, do nadir ao zênite, e depois rotaciona em torno do nadir, deformando conforme a parte superior se estica para fazer a rotação. Fica uma coisa linda, como esta:

(tirada desta galeria)
Os pequenos planetas lembram algo do pequeno príncipe, e eu não consigo evitar a sensação de magia que emana deles. Tem uns tão lindos, outros misteriosos, outros que mostram uma vida de cidade grande, outros despovoados... Porcurem no google! Vou colocar aqui alguns links de planetas que eu gostei, dos que encontrei hoje, mas ainda não achei de novo o planeta que até agora foi o meu preferido, o mais caricato.
Este aqui é uma linda catedral à noite... e este é uma pitoresca vila de pescadores. Explorem o álbum para mais alguns que são lindos, e principalmente urbanos, como este em Veneza.
Gosto particularmente do aspecto de conto solitário deste, da árvore e casinha deste, o aspecto de eclipse que temos neste... Este é uma vilinha medieval, este tem um campo bonito, e este é pouco maior que a raiz das árvores que sustenta. Também gosto deste jardim (by beeloba), mas se eu for colocar todos os que eu gostei, não vou acabar nunca.
Também há os que começam a fazer coisas diferentes, como esta, e há os que rotacionam em torno do zênite, fazendo túneis assim.
Aqui tem um video de uma divulgação de um evento, que usa alguns planetinhas.
É isso, só queria compartilhar com vocês.
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