terça-feira, 23 de maio de 2006

Human Age

Bem, para quem ainda lê isto aqui... minha nova mania: um jogo desses que você entra todo dia para comer e caçar... hahahah^^

Até que é legal, eu conheci pessoas de vários exteriores por aí­, e ainda temos a chance de escrever histórias diversas. O único porém é que é em inglês, e se for para escrever em português nem adianta entrar, que ninguém entende. ^^


Virtual human breeding game

free human breeding game

www.human-age.com



Se alguém quiser entrar, meu nome aí é Tal'Inya... procurem por Tal

Eu vivo nessas coisa inúteis, não é mesmo?

Talita

:: Enviado por pombalita - 22:45:52 ::

segunda-feira, 27 de março de 2006

Esperança vã

Ebaaaaaaaaaaaaa!!!

Consegui meu Weblogger de volta! E agora ele vai virar weblogger de FTP, uma coisa de louco... ^^

Na verdade, ele estava bloqueado durante um bom tempo, desde o ano passado eu tento postar e não consigo, só agora, finalmente eles me liberaram!

Bem, bem. Depois eu conto das confusões: familiares (imensas), amorosas (pequenas), profissionais (razoáveis), apaixonantes (bem grandinhas), amigáveis (doloridas) e tudo tudo tudo.

Tem alguém por aí?

Talita
Lita
Pomba
Mais pra gata preguiçosa ultimamente. ^^

:: Enviado por pombalita - 23:19:37 ::

quarta-feira, 13 de julho de 2005

Celma Cenamo...

Eu só queria falar, mesmo sabendo que pouca gente lê.
Minha avó morreu anteontem.
Minha avó fofa, gordinha, baixinha, que cantava cantigas de roda, que levava a gente para todos os lugares que a gente quisesse, com a qual trabalhei seis meses, com a qual brincava muito, muito, tanto... ela me dava muitos presentes, como dava a todos, e agora eu não consigo lembrar quase nada do que ela me deu.
Ela queria levar todos os netos pro Pantanal e eu não lembro de UMA viagem que tenha feito só eu com ela. Ela me viu algumas poucas vezes este ano, e no Natal a gente não fez amigo secreto... e eu não consigo lembrar qual foi o presente de amigo secreto que ela me deu! Porque ela se revoltou e deu dois presentes para todos... Acho que ela sentia que não ia viver mais um ano.
E no hospital ela ainda falou pro médico que tinha que dar aula de terça-feira.
Pelo menos a páscoa foi na casa dela.
Pelo menos ela foi para Brasília e viu gente que fazia muito tempo que não via. Pelo menos ela não deixou de aproveitar nada... acho que ela não suportou a doença (diabetes) limitar a vida dela, não parou de comer nada, não tentou emagrecer nunca. Não começou a fazer exercícios, não começou a ir ao médico com freqüência. Não fez nada de mudança na vida por causa disso. Nada.
E continuou rindo e dando carinho pra todo mundo... deixando todos bravos porque não se cuidava.
Ela queria ir ao sítio no final de semana em que ela foi pro hospital, mas a Nanala tinha recusado, "vamos no outro, mãe, este não dá!". Sexta-feira ela estava com dores, e não falou nada. Sábado passou mal e ficou quieta. Domingo teve um infarto grave, meus tios correram, ela toda suja, um drama horrível, minha tia e minha mãe foram primeiro pro hospital, no domingo à tarde parecia que ia ficar tudo bem! À noite, outro infarto, segunda acordei com minha mãe no telefone: "Tá, minha mãe está muito mal, estão operando e a hemorragia parece que não vai parar." Chorando, chorando. E eu levantei todo mundo pra ir pro hospital... Cheguei lá sem ter avó.
Todo mundo chorando. Todo mundo triste. "Ela desligou o telefone na cara da gente..." ela sempre fazia isso, nunca deixava a gente terminar de falar. Na sexta-feira ela tinha ligado para todas as irmãs. Todas! Imagine se ela não sabia? E provavelmente não queria mudar a vida para se cuidar.

Ai, Vó.

Vocâ teve tanta gente no seu enterro.
Tanta gente te amava. E eu também.

Muito.

:: Enviado por pombalita - 15:56:05 ::

quinta-feira, 19 de maio de 2005

Errata

Eiei...

O post de hoje é a correção do que eu disse em 27 de fevereiro de 2004!

hahahahaha andaram brigando comigo que eu esqueci...

Outra pessoa 50% responsável pela maravilhosa alimentação da viagem foi a Clodiana! Ela e a Rosa são ótimas na cozinha, e foi ela que nos ensinou a receita da massa da pizza!

Desculpem quaisquer mal-entendidos que a falta dessa menção possa ter causado, mas o fato é que comemos muito bem, e todo mundo ajudou, sob chefia de uma ou de outra!

E a viagem da cajaíba foi animal, a comida foi a cereja do bolo!

É isso!
Um beijo!
:: Enviado por pombalita - 21:47:33 ::

sexta-feira, 6 de maio de 2005

Aflições

Depois desse dia horrível eu venho aqui colocar dúvidas, alegrias, incertezas e pequenas coisas que nem vou escrever.
Estou me sentindo um pouco e razoavelmente nula, uma mancha no mundo, sem muito o que pensar ou dizer, sem lugar e sem propósito. Não sei o que faço da vida, especialmente agora que preciso começar a cuidar dela. Faço geléias, casa de gatos, jardinagem, arquitetura, mapeamento, vendas, cachorros ou o que?

Queria deixar um beijo a vocês que ainda passam de vez em quando: obrigada pela preocupação, em geral ainda passo em vocês, um beijo grande no nariz de cada um.

Estou com saudades de alguma coisa que não sei se já tive, um sentimento no peito que gatos, cachorros, tartarugas, arquitetura ou namorado não podem preencher.

E não sei o que é.

Vou fotologar.
:: Enviado por pombalita
- 01:26:42 ::

sábado, 26 de fevereiro de 2005

Mundo revolto

Engraçado como tudo volta. Acabo mesmo só escrevendo em momentos de aflição... poderia ter passado muitos e muitos posts falando de viagens, cinemas, meu namoro, meu lindo e ótimo Alex. Podia falar da viagem de dez dias para Floripa, do barco do Alex, do curso de fibra de vidro, do projeto de torradas e geléias e mousse de chocolate. Podia falar das tartarugas, dos girinos, de gatos e cavalos, podia falar de fotos e amigos, mas não falei.
Volto para falar de coisas triste, porque é o que preciso desabafar. É quando me sinto menos simples, menos vivendo, mais pensando e mergulhando nas coisas. É quando tenho coisas que me valem a pena falar para ser pouco ouvida e pouco respondida, e quando preciso pensar e dizer. Poderia ter mencionado minhas crises pequenas de auto-estima dos últimos dias, de meus motivos para fugir de competições e de jogos de blefe, mas não falei, eram coisas nas quais eu podia viver comigo mesma.

Mas ontem morreu o avô do Alex. Ontem morreu o avô da Gabi. Ontem morreu uma amiga da Nanala. Ontem choveu como eu nunca vi, o céu escureceu, o vento era absurdo, o dia virou noite, uma noite ululante, o som do vento nas folhas nunca foi tão feroz, e a chuva fustigava de todos os lados, as janelas, os cachorros, a cadeira de balanço que virou de ponta cabeça. Derrubou árvores e postes, desconcertou semáforos, muros e portôes, causou acidentes e alagamentos.
Eu não sei.
Mas tive medo da tempestade pela primeira vez. Tive medo que me levasse o telhado. Tive medos irracionais de coisas caindo e derrubando paredes. Tive medo de grandes desastres de discovery channel, um medo irracional da energia do mundo, essa energia que de repente ficou louca! O chão e as paredes tremiam, os lustres balançavam e a chuva entrou pela entrada de gatos da cozinha.

Ontem chorei de desespero pelo avô do alex, chorei de tristeza e abandono por esse menino que não parecia abalado, que eu queria ver, cuja mãe eu queria abraçar, ah, como eu gostaria de ter estado lá. Eu gostaria muito, mesmo sem saber o que eu falaria, mesmo sem conhecer ninguém daquela famí¬lia, eles possuem a coisa que no momento para mim é o que há de mais precioso. E eu chorei e liguei, quer que eu vá, não precisa, tudo bem, a gente ja estava esperando mesmo, e fiquei eu chorando sozinha, e fui ter com a mãe, e a mãe me abraçou e não me senti abraçada. E, e, e, e... cinco minutos e cai a chuva, chega a gabi, desce a escuridão, apaga as luzes, o avô dela tambem morreu, desliga o telefone, cai a arvore, é preciso lanterna para enxergar dentro de casa, as tartarugas vão dormir mais cedo, chuva chuva chuva chuva... Vento ooohouuuuuuu, as janelas tremendo, os vidros, Suyá, o jaboti, se esconde, as gatas miam, me seguindo, juntamo-nos todos no cômodo mais claro, o escritório, e o vento soprando, a chuva ventando, e clareia.

Hoje faz um dia bonito, mesmo que com pouco sol.
Ontem a chuva amainou e o marco foi para o metrô, e eu fui na cobasi e a marina voltou para casa e a nanala ligou pedindo que pegássemos a giulia porque ela tinha de ir a um velório. Pegamos giulia, marina e macdonald´s, comemos na varanda, à luz da descida da noite, para depois jogar o jogo da vida na iluminação de duas velas pequenas e eficientes, que acabaram por me queimar. O momento triste foi a volta da luz às dez horas, e a mensagem do Alex, To no velorio. Isso vai até as 11:00 da manha, hora do enterro. Depois talvez eu passe aí, ok?
Ok, boa sorte, te amo, deu meu abraço?, muito, beijo

Boa noite, dormi.

Sonhos horríveis e nem tanto, teve até o Felipe Dylon, se é que é assim o nome dele. Acordei terrível, queria ligar e fiquei com medo, medrosa que sou, odeio, mas sei lá. Tão fácil parecer tudo bem, olá, obrigada, bom dia, café da manhã.

Entendem? Aqui só vêm o difícil, o amargo ou apenas o indigesto.

Eu queria saber o que aconteceu com o mundo. Me pareceu um choque, um estrondo. Assustador. Cadê o Ita?

Beijos.
:: Enviado por pombalita
- 13:48:46 ::

quinta-feira, 30 de outubro de 2003

Brinco de ouro

Hm
Deixa eu falar o que eu estou pensando agora, depois o resto do dia.
Acabei de desligar o telefone... sabe, realmente, parece que eu não dou a mínima para ninguém. Parece demais, sei lá, eu queria tanto ter o poder de fazer as pessoas entenderem que eu ligo, apesar de não fazer tantas coisas, apesar de tantas mancadas! Mas é verdade, eu dou tantas mancadas! Não sei como a Mayra não desistiu de mim ainda, puxa, será que acontece o que comigo, que não seguro as pessoas? Ou será que eu realmente me acho tanto que só fico com as pessoas até elas se resolverem na vida e depois deixo-as seguir como quiserem, felizes? Foi sempre um pouco assim... veja a Ale, depois da fase crítica dela, eu me afastei... e ela teve que me pegar de volta... de um jeito que deu um pouco certo. Quer dizer, não é que eu deixe de amar, mas deixo de ser necessária. Que raio de megalomania absurda! Ou vai ver é insegurança mesmo (papel de coitadinha ligado, ne) e eu invento a desculpa para não depender de ninguém... para não correr o risco de depender de alguém que não dependa de mim. AFE! Vamos deixar isso descansar e ver.

Não sei porque, mas meus pais "me desaconselharam" a fazer as últimas coisas que tenho tido vontade de fazer... Viagem, filme, tal. Acho que eu podia ter fincado pé. Mas não faço isso, afinal, eles sempre deixaram tudo... 'As vezes talvez seja isso que meus amigos querem que eu faça por eles, lute um pouquinho. E eles merecem. Todos. Ah!

Não sei o que eu faço.
Como dizem, é a TPM.
Minha mãe é outra que está se sentindo negligenciada. E me perguntou se TPM é motivo para grosseria. Não é não. Desculpe, mãe. Desculpe, gente. Eu ainda não virei gente não.

Hoje eu estava de super bom humor, cheguei cedo depois da (PRIMEIRA) aula da auto-escola, ficamos jogando baralho, almoçamos, afe, enfim eu estava muito primavera! Poxa, foi tão bom pensar que mesmo depois de ONZE meses eu estava começando a dirigir, que eu poderia fazer trabalho na aula da tarde, e tudo azul! Hehe
Mas APESAR disso tudo, chegou no fim do dia e eu pirei, sei lá! Tudo bem, os meninos viraram e falaram: agora o jogo é outro, vira a carta e a gente bate na Talita (hehe, parece muito mais violento escrito, mas o jogo era tapão e era só zoeira). E BATERAM! Tudo bem, foi que nem cócegas, mas eu entrei em bersek, primeiro brincando, só para acabar com aquilo, mas sei lá, gostei de chutar as cadeiras! Acho que assustei um pouco, pelo menos o Pompílio, que veio pedir desculpas e tal... Desculpas peço eu, aí, ignorantando sem precisar! Tudo bem que alguma coisa do que eles fizeram não desceu bem... mas eu não precisava ter reagido (não sei até que ponto foi atuação e onde virou loucura) tanto! Ora, eu nunca tive belas TPMs!
hahaha O Alex até falou que era, mas, na parte de que ele falou, ainda era brincadeira. E eles realmente me encheram. >:)
PUF
Vou parar de ficar me justificando pro mundo e pra mim mesma. Ou não vou. Sei lá...

é isso: sei lá...

Porque a gente que é pombo sente medo, mas só voa quando o perigo chega perto...

Ah! Coloquei meu brinquinho de argolinha de novo, para ver se um ouro faz meus furos cicatrizarem direito...

Ufs
Boa noite! Beijo... tchau!

:: Enviado por pombalita - 23:00:25 ::